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ANÁLISE DOS MOTIVADORES DE UMA EQUIPE GERENCIAL NUMA FASE DE REESTRUTURAÇÃO ORGANIZACIONAL
RESUMO Este artigo visa trazer uma descrição de um trabalho realizado pela área de Recursos Humanos em uma empresa de médio porte, em um momento de reestruturação e redesenho estrutural. Foram utilizados instrumentos de avaliação pertencentes a administração e a psicologia. Os resultados são mostrados através de tabelas e encontrados através da análise descritiva do processo.
1. Introdução A empresa que esta citada neste artigo, até 1995 tinha características de empresa familiar. Foi fundada em 1967 por dois irmãos. Primeiramente a empresa trabalhou com a produção de produtos da linha plástica, após instalou sua linha de ferragens. Esta empresa teve uma trajetória de sucesso, sendo conhecida no mercado do Paraná, como uma empresa de ponta e inovadora tanto em nível de tecnologia, quanto de ações e estratégias administrativas. Foi com essas características que a empresa iniciou no ano de 1976 sua aparição em feiras nacionais e internacionais. Em 1977 foram feitas as primeiras exportações da empresa para o mercado externo, iniciando pela Bolívia. Em 1982 concentrou seus esforços no Setor de Peças Especiais, setor este que trabalha em parceria com outras empresas, fornecendo peças e serviços para a industria em geral. Nesta época, segundo histórico, a empresa passou a investir em programas especiais de treinamento, mudança na condução administrativa, processo de comunicação e de informação, investindo em um sistema operacional de última geração, reafirmando assim para o mercado a sua posição de confiança e de espírito empreendedor. Em trecho extraído do filme institucional produzido em 1993 verifica-se uma passagem pertinente ao tema em questão, que enfoca: “O cuidado em ampliar na expansão e progresso é reflexo de uma empresa madura e organizada, seus equipamentos projetados na própria empresa, e seus laboratórios de desenvolvimento de produtos e testes, garantem um material de qualidade e constante confiabilidade. Agilizando o processo de produção de forma eficiente e assegurando que o resultado final seja altamente competitivo, comparável ao que existe de melhor a nível mundial. Hoje é uma empresa grande, mas que sempre se preocupou com o meio ambiente e com o ser humano, mas principalmente compromissada com o futuro.” A empresa em 1995 recebeu o certificado da ISO 9001. Em 1996, assina contrato de cooperação com o maior fabricante mundial em seu ramo de negócio, empresa europeia, a qual passa a deter 60% do capital. Em 1999, solicita ao Setor de Recursos Humanos um trabalho de Desenvolvimento Gerencial. Daí resulta uma mensagem explícita e implícita passada para os funcionários: “Somos confiáveis, flexíveis e empreendedores, investimos na tecnologia e no homem, devemos melhorar sempre.” Pode-se observar que existem exemplos motivadores que permeiam esta mensagem, que são a auto-realização e a estima.
2. Recursos Humanos Obteve-se diversos dados e informações sobre o trabalho realizado na empresa pelo setor de recursos humanos, que são tratados a seguir. A empresa começou a trabalhar o Desenvolvimento Gerencial em 1999. O setor de Recursos Humanos, preocupado com os modelos de treinamento até então praticados, desenhou um programa, visando o desenvolvimento gerencial, porém de uma forma mais aberta, de modo que os participantes pudessem aproveitar as suas diferentes capacidades cognitivas, níveis de intelecto, experiências passadas, bagagem cultural, personalidade e níveis educacionais. Para tanto, foi necessário buscar no mercado uma empresa que fizesse um trabalho de levantamento de potencial do corpo gerencial, mas que não apontasse apenas potencialidades e pontos a desenvolver, mas também que permitisse aos participantes saber como desenvolvê-los. Para realizar o trabalho de Levantamento de Potencial, foi contratada uma Consultoria, a qual levantou os seguintes aspectos do quadro gerencial: pontos fortes, áreas de vulnerabilidade e potencial, áreas de oportunidades de desenvolvimento, sugestões para o desenvolvimento, estratégias de motivação apontando os motivadores, perfil da dinâmica gerencial, resolução de problemas e tomada de decisão, organização pessoal, liderança e relacionamentos. Convém ressaltar que para o desenvolvimento deste trabalho sobre motivação, o enfoque é dado a equipe como um todo (grupal) e não o individual, portanto as informações e recomendações individuais foram transformadas em grupais.
3. Definições dos Termos Utilizados no Perfil levantando pela Consultoria Afiliação: necessidade de buscar associações informais ou formais, e ou de pertencer a um grupo maior. Atendimento: necessidade de oferecer apoio ou assistência aos outros e poder ser útil. Autonomia: desejo de agir com independência, sem submeter-se a uma supervisão muito próxima ou a controles sobre atividades, métodos ou processo decisório. Competição: necessidade de ser reconhecido como melhor, mais eficiente que os outros, como resultado de competição ou atividade em que os indivíduos esforçam-se para atingir uma meta em benefício próprio. Desejo de Controlar: autoridade de ter ou exercer influência direta sobre pessoas, situações, políticas e ou resultados. Estrutura: preferência por um ambiente em que regras, exigências, procedimentos, expectativas, e resultados são bem estabelecidos, definidos e comunicados claramente. Persuasão: é definida como a necessidade de convencer outras pessoas a aceitarem o seu ponto de vista, mesmo que relutem em fazê-lo. Poder: necessidade de ter e ou exercitar autoridade e influência sobre outras pessoas. Realização: uma necessidade interior que o impulsiona a melhorar, ter sucesso ou mesmo superar-se em tarefas tanto difíceis quanto importantes. Reconhecimento: necessidade de aprovação e ou respeito dos outros, especialmente, por parte daqueles em posições de autoridade ou importância. Segurança: a certeza e a garantia de que as condições de trabalho, exigências e ou recompensas permanecerão sempre constantes e num nível aceitável. Solução de Problemas: necessidade de engajar-se na atividade de encontrar soluções para desafio por pura satisfação.
4. Organograma da Empresa (1999) 3 Diretorias, sendo: 1 Diretor Comercial 1 Diretor Administrativo Financeiro 1 Diretor Industrial Nº de Gerentes: 23 Gerentes Comerciais: 07 Gerentes Administrativo Financeiro: 05 Gerentes industriais: 11
5. Organograma Geral (1999)
TABELA 1 - PERFIL DA DIRETORIA E GERÊNCIAS DE ACORDO COM A FAIXA ETÁRIA – 1999.
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FAIXA ETÁRIA
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Nº DE PESSOAS (%)
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20 - 30 anos
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14
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31 - 40 anos
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54
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41 - 50 anos
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32
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TABELA 2 - PERFIL DA DIRETORIA E GERÊNCIAS DE ACORDO COM O GRAU DE ESCOLARIDADE – 1999.
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GRAU DE ESCOLARIDADE
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Nº DE PESSOAS (%)
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Superior Completo
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61
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Superior Incompleto
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11
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2ºGrau Completo
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28
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TABELA 3 - PERFIL DA DIRETORIA E GERÊNCIAS DE ACORDO COM O TEMPO DE EMPRESA – 1999.
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TEMPO DE EMPRESA
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Nº DE PESSOAS (%)
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01 Mês a 01 Ano
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25
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02 a 06 Anos
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39
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07 a 11 Anos
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18
|
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12 a 16 Anos
|
11
|
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17 a 22 Anos
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7
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TABELA 4 - PERFIL DA DIRETORIA E GERÊNCIAS DE ACORDO COM OS MOTIVADORES DA EQUIPE SEGUNDO INSTRUMENTO ELABORADO PELA CONSULTORIA – 1999.
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MOTIVADORES
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(%)
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Estrutura
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53
|
|
Realização
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42
|
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Persuasão
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35
|
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Reconhecimento
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35
|
|
Controlar
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25
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Segurança
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25
|
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Solução de Problemas
|
25
|
|
Atendimento
|
21
|
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Poder
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17
|
|
Autonomia
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14
|
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Competição
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10
|
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Afiliação
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7
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TABELA 5 - PERFIL MOTIVACIONAL EMPRESA INSTRUMENTO DA CONSULTORIA VERSUS TEORIA DAS NECESSIDADES DE MASLOW.
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FISIOLÓGICAS
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SEGURANÇA
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SOCIAL
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ESTIMA
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AUTO-REALIZAÇÃO
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|
-
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Estrutura
Segurança
|
Atendimento
Afiliação
|
Persuasão
Reconhecimento
Poder
|
Realização
Controlar
Solução de Problemas
Autonomia
Competição
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6. Leitura da Estrutura Motivacional da Equipe Gerencial em 1999: Enfoque na Teoria das Necessidades de Maslow
A leitura da estrutura motivacional da equipe gerencial da empresa é feita sob a luz da Teoria da Hierarquia das Necessidades de Maslow. Esta teoria foi escolhida por duas razões. Primeiro por que já é conhecida teoricamente e segundo porque a teoria retrata com clareza o processo que está ocorrendo na empresa.
Foi realizado um paralelo entre a teoria de Maslow e os motivadores trazidos pelo Perfil do instrumento da Consultoria. Ficando assim enquadrados: a) 75% dos motivadores da equipe são necessidades de alta ordem - secundárias; b) 25% dos motivadores da equipe são necessidades de baixa ordem - primárias.
Conclui-se desta forma que o que leva os gerentes a agir, são as necessidades de auto-realização, estima e social sendo que a empresa para manter seu grupo gerencial motivado deveria manter tarefas e ambiente que proporcione: a) oportunidades e tarefas desafiadoras, que têm metas específicas e mensuráveis, nas quais o progresso e os esforços individuais podem ser monitorados em relação a um cronograma definido para sua realização; b) confiança, autoridade e sistema de remuneração por desempenho; c) oportunidade de participação em pesquisa estratégica, tática ou analíticas; d) oportunidades de atingir metas individuais pela competição;
e) oportunidade de exercer autoridade e controle sobre os outros;
f) ambiente de trabalho que estimulem a liderança, a autoridade e a influência individual;
g) incentivos que incluam status e tarefas que permitam o reconhecimento pelo desenvolvimento e emprego de habilidades especializadas e informações;
h) atividades gratificantes seriam tarefas e projetos em que há oportunidade de ajudar, dar consultoria e auxiliar outras pessoas.
São valorizadas também as oportunidades de trabalhar em associações e em conjunto com outras pessoas, em projetos específicos nos quais existam metas comuns e incentivos a serem compartilhados. Tais projetos podem ser de atividades permanentes em que exige trabalho em equipe ou tarefas temporárias ou informais, como uma força-tarefa ou um comitê.
7. Aplicação Prática dos Resultados Levantados no Perfil Motivacional da Equipe Gerencial - 1999
Os resultados serviram de base para que os participantes do programa pudessem ter uma visão mais clara daquilo que os motiva ou os impulsiona a ação. Bem como uma possibilidade de refletir sobre seu ambiente de trabalho, suas tarefas e até que ponto estes fatores tem estado adequados as suas necessidades.
Nas recomendações foi possível a cada um ter uma gama de sugestões de como tornar seu ambiente e suas tarefas mais motivadores.
Para a Diretoria da empresa, foi muito importante, pois os dados levantados contribuíram para formatar o Perfil de Desenvolvimento Individual dos Gerentes. Também serviu como ferramenta para um melhor acompanhamento e uma melhor avaliação, além é claro de deixar transparente a forma de alinhar e engajar cada um nas estratégias da empresa. Por que afinal, somos diferentes!
8. Mudanças Ocorridas na Empresa em 2000 Em maio de 2000, os funcionários da empresa foram surpreendidos por uma reestruturação administrativa, a qual abrangeu todas as áreas desde a Diretoria até o Operacional. A empresa a partir de 1o de junho de 2000, passou a ter o seguinte organograma:
1 Diretor Geral Nº de Gerentes: 13 Gerentes Comerciais: 07 Gerentes Administrativo Financeiro: 05 Gerentes industriais: 11
9. Considerações e Hipóteses A partir de 1o de junho de 2000, a empresa passou a ter um Diretor Geral o qual já participava do quadro diretivo anterior. Gerentes que tinham uma posição colateral com os colegas, passam a ser subordinados destes. Esta nova realidade favorece mudanças significativas em sua forma de administrar, enfocar e avaliar resultados, liderança, e aspectos motivacionais, que levam a formular as hipóteses com relação a reestruturação: a) o clima que se estabeleceu após a reestruturação passou a ser de desconfiança, sendo que o quadro gerencial passou agir de maneira cautelosa e insegura, buscando maior segurança e, portanto, agem com possibilidades que gerem para si o menor risco de expor-se; b) em nível de motivação pode-se dizer que o grupo, de acordo com a Teoria das Necessidades de Maslow, se encontrava na posição de necessidade de auto-realização, voltando neste momento a posição de segurança.
TABELA 6 - PERFIL DA DIRETORA E DA GERÊNCIA DE ACORDO COM A FAIXA ETÁRIA – 2000.
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FAIXA ETÁRIA
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Nº DE PESSOAS (%)
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20 - 30 anos
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15
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31 - 40 anos
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70
|
|
41 - 50 anos
|
15
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TABELA 7 - PERFIL DA DIRETORA E DA GERÊNCIA DE ACORDO COM A ESCOLARIDADE – 2000.
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GRAU DE ESCOLARIDADE
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NO DE PESSOAS (%)
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Superior Completo
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64
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|
Superior Incompleto
|
7
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2ºGrau Completo
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29
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TABELA 8 - PERFIL DA DIRETORA E DA GERÊNCIA DE ACORDO COM O TEMPO DE EMPRESA – 2000.
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TEMPO DE EMPRESA
|
Nº DE PESSOAS (%)
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01 Mês a 01 Ano
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29
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02 a 06 Anos
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21
|
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07 a 11 Anos
|
15
|
|
12 a 16 Anos
|
14
|
|
17 a 22 Anos
|
21
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10. Comprovação da Hipótese
Para comprovar as hipóteses levantadas foi utilizado um questionário intitulado Auto- Avaliação, retirado da obra Comportamento Organizacional de Stephen Robbins em sua 8ª edição, publicado pela LCT no Rio de Janeiro em 1998. O questionário foi aplicado no grupo gerencial, com exceção da alta gerência (Diretoria).
Obteve-se o seguinte resultado:
TABELA 9 - NÍVEIS DE MOTIVAÇÃO
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NÍVEIS DE MOTIVAÇÃO
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I FISIOLÓGICAS
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II
SEGURANÇA
|
III
SOCIAL
|
IV
ESTIMA
|
V
AUTO-REALIZAÇÃO
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Pontuação por Motivação
|
221
|
168
|
191
|
258
|
362
|
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Percentagem por Motivador
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18%
|
14%
|
16%
|
21%
|
31%
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Percentagem por Nível de Necessidade
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Necessidades Primárias 32%
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Necessidades Secundárias 68%
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11. Conclusão
Analisando o resultado obtido, conclui-se que as hipóteses não foram comprovadas. O grupo gerencial demonstra possuir uma estrutura interna mais forte do que a estrutura externa, ou seja, o grupo resistiu a pressão externa gerada pela reestruturação.
Como recomendação, pode-se indicar que a empresa continue a investir e estimular ações que mantenham o ambiente e as tarefas citadas neste estudo no tópico: Leitura da Estrutura Motivacional da Equipe Gerencial em 1999 com enfoque na Teoria das Necessidades de Maslow.
BIBLIOGRAFIA
BENNIS, W. G. Desenvolvimento organizacional: sua natureza, origens e perspectivas. São Paulo: E. Blücher, 1972.
CHIAVENATO, Idalberto. Introdução a teoria geral da administração. 6. ed. Rio de Janeiro: Campus, 2000.
ROBBINS, Stephen P. Comportamento organizacional. 8. ed. Rio de Janeiro: LTC, 1998.
XAVIER, E. P. C. Comportamento organizacional. Porto Alegre: Bureau, 1973. p. 80.
Por: Neusa Salete Vítola Pasetto | 24/06/2009
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